Não vendemos um chat. Esta é a história de como um motor de IA aprendeu a ler os pedidos de WhatsApp de um restaurante real — com suas manias, suas encomendas e seus clientes de sempre — e devolveu horas diárias ao dono.
Um restaurante de almoços por delivery — um negócio familiar próspero, ~140 pedidos por dia — funcionava nos ombros do dono: horas todos os dias lendo conversas de WhatsApp, montando comandas à mão, conferindo pagamentos de memória. O negócio tinha uma vantagem competitiva única (vende desde a tarde anterior e produz contra pedido confirmado, quase sem perda), mas o crescimento estava travado pela administração manual.
A regra de ouro do projeto veio da realidade: nenhum método podia dar mais trabalho ao dono. A IA tinha que se alimentar do que já existia — as conversas do jeito que chegam — ou não servia.
Um motor que lê as conversas reais e produz o que a cozinha precisa. O difícil não foi entender o pedido fácil — foi sobreviver aos casos que quebram os bots.
"Me manda dois do de peixe mas um sem sopa e com suco de amora" — o motor transforma isso numa comanda estruturada contra o cardápio vigente daquele dia (muda diariamente), com cada personalização registrada.
Detecta as encomendas com data futura ("20 para quinta") e não as mistura com a cozinha de amanhã. Separa vários clientes que escrevem pela mesma conversa, cada um com sua comanda. Data os pedidos ambíguos com as regras do negócio — até o prato do cardápio entrega para que dia é.
Um painel mostra as comandas agrupadas por data de entrega, a lista consolidada para produção e as encomendas à parte. O dono revisa e corrige antes de despachar: o critério continua humano — a digitação não.
O músculo que lê pedidos também analisa operações industriais completas, todos os dias, sem que ninguém peça.
Quatro análises diárias de 13 equipamentos de refrigeração em 2 plataformas, com critério de engenheiro: distingue um degelo normal de uma falha real e respeita as janelas operacionais de cada negócio.
Toda noite, a análise da filtragem de mais de 40 máquinas: cumprimento, anomalias e ranking, direto para a diretoria.
Rotinas que verificam se os próprios relatórios saíram — se uma análise falha, alguém fica sabendo em minutos.
Cada motor é construído com o dono, sobre como a operação dele funciona de verdade — não é um modelo genérico solto para adivinhar.
Dias observando como o trabalho real flui: onde o tempo se perde, onde os dados se perdem.
WhatsApp, sensores, planilhas, faturamento — o motor se alimenta do que já existe, sem dar trabalho a ninguém.
A IA faz o rascunho e o humano aprova. O que prova funcionar é automatizado por completo.
Conte-nos em um e-mail de três linhas. Dizemos com franqueza se a IA resolve — e como.
Contar meu caso